domingo, 2 de agosto de 2015

BRASIL É DÉCIMO NO COMBO E ENCERRA BEM MUNDIAL DE KAZAN NO NADO SINCRONIZADO



Texto e Foto: CBDA/Divulgação
Kazan/RUS – A rotina livre combinada apresentada na tarde deste sábado, 01/08, levou o Brasil a 10ª colocação no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos, em Kazan, na Rússia. Com alçadas altas e coreografia animada, o “Faroeste” brasileiro, agitou a piscina do Estádio Kazan Arena. As meninas do Brasil somaram 84.800 pontos (execução – 25.4000; impressão artística – 34.0000; dificuldade – 25.43000) e superaram a pontuação da fase eliminatória. Com este resultado o Brasil encerra sua participação na modalidade com a convicção que o trabalho está sendo bem realizado e projeta boas apresentações nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.
- Hoje nadamos bem melhor do que fizemos nas eliminatórias. A nota também subiu e estamos sempre querendo mais. Gostamos muito dessa nossa rotina e competir com a arquibancada cheia é sempre especial. No Rio vai ser ainda melhor – comentou Pamela Nogueira.
Responsável por algumas das acrobacias fora da água, chamadas de alçadas, Sabrina Lowy, de apenas 17 anos, analisou a importância de competir em alto nível. “Saímos com a sensação de missão cumprida. A nossa equipe cresceu muito durante a competição. Viemos de um período longo de treinamentos e já estávamos evoluindo, mas nessa competição, em especial, o grupo ficou mais unido e conseguimos fazer boas performances em todas as coreografias”.
A consultora técnica do Brasil, Julie Sauvè, canadense com oito medalhas olímpicas no currículo, analisou o momento que vive a seleção brasileira.
- Estou muito satisfeita com o desempenho do Brasil na competição. Elas fizeram um bom trabalho, fizeram o melhor que podiam e estão progredindo bastante. Desde o começo do trabalho, vejo que elas cresceram muito. As atletas são muito comprometidas e trabalham bastante. Nós vamos criar novos ajustes para as nossas rotinas e, com um passo de cada vez, mostrar para os juízes os avanços das apresentações do Brasil. Estamos animados com os primeiros resultados das novas rotinas livres (apresentada pelo dueto e equipe), os movimentos que elas apresentam nestas rotinas parecem danças e acho que vão fazer sucesso, quando apresentadas, nos Jogos do Rio de Janeiro – analisou a canadense Julie Sauvè,
Em Kazan as meninas levaram o Brasil a quatro das cinco finais que participaram. Dentre elas, destaca-se a prova de dueto livre, em que o dueto – Duda e Luisa –, em umas das provas mais disputadas da competição, terminou na 12ª colocação, entre 37 duplas. Nas provas de equipes, além de chegar as finais, as brasileiras ultrapassaram as seleções com pontuações próximas e ainda elevaram suas notas. Objetivo principal divulgado pela comissão técnica.
- O saldo foi bastante positivo. Conseguimos quatro finais em uma competição muito forte, entre as melhores do mundo, um ano antes das Olimpíadas. O dueto se destacou bastante, ao conquistar uma vaga na final, em uma prova muito difícil. As equipes também evoluíram, as atletas estão ganhando mais experiência. Estamos com duas coreografias novas e as notas subiram bastante do Pan-Americano para cá. Isto é muito importante – analisou Maura Xavier
O domínio e superioridade histórica da seleção russa, mais uma vez, foi reforçada neste Mundial, realizado em suas águas. A equipe dona da casa conquistou oito medalhas de ouro, em nove provas realizadas. A única em que não obteve maior nota foi na, estreante, prova mista entre duetos, na rotina técnica. Isto porque, na disputa livre, o ouro também ficou com a Rússia.
Esta foi mais um acerto da organização, ao menos na primeira competição, a prova mista em mundiais, teve grande aceitação do público e a mesma coisa foi vista entre as atletas. O casal norte-americano, Christina Jones e Bill May, receberam além do reconhecimento da plateia, a nota mais alta e o único primeiro lugar do país na modalidade, na rotina técnica.
Resultados de Nado Sincronizado
Solo Técnico
 1) Rússia – Svetlana Romashina – 95.2680 / 2) Espanha – Ona Carbonell – 93.1284 / 3) Wenyan Sun – 91.5479
Solo Livre
1) Rússia - Natalia Ishchenki – 97.2333 / 2) China - Xuechen Huang – 95.7000 / 3) Ona Carbonell – Espanha – 94.9000
Dueto Técnico
1) Rússia - 954672 / 2) China - 93.3279 / 3) Japão - 92.0079 / 14) Brasil – Luisa Borges e Maria Eduarda Miccuci – 81.7065
Dueto Livre
1) Rússia – 98.2000 / 2) China – 95.9000 / 3) Ucrânia – 93.6000 / 12) Brasil – Luisa Borges e Maria Eduarda Miccuci – 84.4667
Dueto Técnico Misto

1) Estados Unidos – Christina Jones e Bill May - 88.5108 / 2) Rússia –Darina Valitova e Aleksandr Maltsev -  88.2986 / 3) Itália – Manila Flamini e Giorgio Minisini - 86.3640
Dueto Livre Misto
1) Rússia – Darina Valitova e Aleksander Maltsev - 91.7333 / 2) Estados Unidos – Lum Underwood e Bill May - 91.4667 / 3) Itália – Marian Perrupato e Giorgio Minisini - 89.3333

Equipe Técnica
1) Rússia – 95.7457 / 2) China – 94.4605 / 3) Japão – 92.4133 / 11) Brasil - Beatriz Feres, Branca Feres, Lara Teixeira, Lorena Molinos, Maria Bruno, Maria Clara Coutinho, Maria Eduarda Miccuci e Pamela Nogueira. Reservas Luisa Borges e Sabrine Lowy  82.9372

Equipe Livre
1) Rússia – 98.4667 / 2) China – 96.1333 / 3) Japão – 93.9000 / 11) Brasil - Beatriz Feres, Branca Feres, Lara Teixeira, Lorena Molinos, Maria Bruno, Maria Clara Coutinho, Pamela Nogueira e Sabrine Lowy. Reservas Luisa Borges e Maria Eduarda Miccuci – 85.2667

Rotina Livre Combinada – Combo
1) Rússia – 98.3000 / 2) China – 96.2000 / 3) Japão – 93.8000 / 10) Brasil -  Beatriz Feres, Branca Feres, Giovana Stephan, Juliana Damico, Lara Teixeira, Lorena Molinos, Maria Bruno, Maria Clara Coutinho, Pamela Nogueira, Sabrine Lowy – 84.8000
Eliana Alves / Mariana de Sá

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