sábado, 13 de junho de 2015

“CIELO NÃO É MEU ÍDOLO, É MEU ADVERSÁRIO” AVISA MATHEUS SANTANA


Natação é tempo — e tempos bons, cada vez mais rápidos, bem ranqueados, são um atalho para medalha olímpica. No ano passado, Matheus Santana só entrou na piscina para sair dela com o primeiro lugar. Bateu três vezes o próprio recorde mundial júnior nos 100 metros nado livre. A marca de 48s25, alcançada nos Jogos Olímpicos da Juventude, na China, foi a quinta melhor também entre os profissionais em 2014. Não tardou para que o comparassem a Cesar Cielo, o atual recordista mundial da prova, com a marca de 46s91, conquistada nos idos dos supermaiôs, hoje vetados.
“Esse apelido de novo Cielo foi legal quando eu tinha 15 anos, hoje está um pouco ultrapassado”, diz Matheus. Ele não esconde a sincera admiração pelo colega, mas avisa: “Cielo não é meu ídolo, é meu adversário. Nós competimos um contra o outro e não dá para ficar só endeusando o supercampeão”. Por não ser assim, ele tratou de derrotar Cielo em abril deste ano na final dos 100 metros do Troféu Maria Lenk, no Rio.
Além do cronômetro, o carioca luta diariamente contra o diabetes. Por causa do descuido com a alimentação, foi cortado do Mundial Júnior de 2013 um dia antes da competição. “Comia muita besteira, e tudo se descontrolou”, lembra. Recuperado, com controle diário de açúcares, leva para as piscinas de Toronto, no Pan-­Americano, e sobretudo no Rio, em 2016, a responsabilidade de manter a natação brasileira no topo.




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