quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

ESPORTES AQUÁTICOS PREPARADOS PARA O ANO PRÉ-OLÍMPICO


Rio de Janeiro/RJ – O ano encerrou no calendário da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos com o Campeonato Brasileiro Sênior de natação – Troféu Daltely Guimarães e Torneio Open encerrados no último sábado, 20/12.  No entanto, as cinco modalidades da CBDA – natação, maratonas aquáticas, polo aquático, nado sincronizado e saltos ornamentais estão com tudo pronto para entrar o ano que antecede os Jogos Olímpicos Rio 2016 buscando ainda melhores resultados dos que foram alcançados até o momento.
– A CBDA subiu degraus este ano. Como temos anunciado há bastante tempo, o trabalho tem sido grande, com união por parte de todos. Os atletas, clubes, técnicos, a CBDA, o COB, o Ministério do Esporte, os Correios e todos os demais patrocinadores tem se unido em torno de um objetivo comum que é colocar o país num patamar inédito nas nossas modalidades. Temos chances reais de fazer um excelente Mundial ano que vem e uma Olimpíada inesquecível – disse o presidente da CBDA, Coaracy Nunes Filho.
Para todas as modalidades duas competições serão os alvos principais: Os Jogos Pan-Americanos de Toronto, de 10 a 26 de julho, e o Mundial dos Esportes Aquáticos de Kazan, de 24 de julho a 9 de agosto. A proximidade dos dois grandes eventos será o primeiro desafio a ser vencido. A logística está equacionada, mas a formação das equipes e a prioridade de cada atleta é que está sendo alvo de uma análise cuidadosa por parte da gerência técnica de cada esporte na Confederação, em conjunto com os respectivos técnicos, clubes e demais envolvidos.
– Nossa ideia é ter as equipes completas nas duas competições. Obviamente que estamos estudando o caso específico de cada atleta, mas entendemos que superar essas duas metas será um treinamento e tanto para os Jogos Olímpicos. Quem não estiver preparado para enfrentar isso, dificilmente estará para encarar as dificuldades competitivas de 2016. Felizmente já estamos recebendo a sinalização positiva de vários atletas e técnicos de que estarão nos dois eventos, mas deixaremos para anunciar isso definitivamente em 2015 – disse o superintendente técnico da CBDA, Ricardo de Moura.
O Mundial de Kazan será crucial para muitas coisas, mas para as Maratonas Aquáticas será a grande decisão que antecede os Jogos Rio 2016, pois caso o Brasil queria ter dois atletas no masculino e dois no feminino disputando os Jogos no Rio de Janeiro, eles precisam forçosamente estar entre os 10 primeiros da prova em Kazan.
Os destaques de 2014 foram muitos para os aquáticos. O Mundial em Piscina Curta de Doha foi considerado um marco na história da natação nacional porque o país pela primeira vez foi o vencedor da competição com dez medalhas no total, sendo que sete de ouro, dois recordes mundiais, um recorde mundial feminino com Etiene Medeiros e o atleta mais medalhado da competição, Felipe França, com cinco ouros. A natação viu ainda o nascimento de um ídolo júnior, Matheus Santana, medalha de ouro e recorde mundial dos 100m livre nos Jogos Olímpicos da Juventude de Nanquim.
Nas maratonas aquáticas, Ana Marcela Cunha e Allan do Carmo foram campeões da Copa do Mundo de 10 quilômetros da Federação Internacional de Natação de forma inconteste. Ela foi campeã subindo ao pódio em todas as etapas e os dois terminaram o ano ganhando o prêmio de melhores do mundo no esporte. Os maratonistas também tiveram motivos para comemorar com os bons resultados no ranking mundial de Diogo Villarinho, quarto colocado, e Samuel de Bona, sexto lugar. Poliana Okimoto, na soma geral foi a segunda colocada, mas seu resultado não valeu porque não completou o mínimo de provas do circuito como manda o regulamento devido a uma lesão.
O pólo aquático pela primeira vez na história se classificou em segundo lugar nas preliminares da Liga Mundial da FINA e novamente conseguiu vaga na Super Final da competição. O Brasil também fez o artilheiro do Mundial da Juventude, Guilherme Gomes, que teve seu nome incluído na seleção dos melhores do campeonato.
O nado sincronizado participou da Copa FINA, principal competição do ano para a modalidade, e também retornou com resultados inéditos e animadores. Em Quebec, a equipe chegou a uma inédita quinta posição e o novo dueto olímpico de Luisa Borges e Maria Eduarda Miccuci alcançou o sétimo lugar entre 17 países participantes, vencendo nações que sempre estiveram à frente do Brasil como Itália, República Tcheca e, na rotina livre, a Grécia.
Os saltos ornamentais tem novos nomes surgindo. Ingrid Oliveira foi medalha de bronze na seletiva mundial para os Jogos Olímpicos da Juventude, realizada no México, e começou a ser observada de perto por outras potências. Nos Jogos Olímpicos de Nanquim ela foi quinta colocada na plataforma de 10m. Além de Ingrid, que cada vez mais se consolida internacionalmente, no Mundial Júnior de Penza, na Rússia, Isaac Souza Filho foi quarto colocado no trampolim de um metro.
FOTO SATIRO SODRÉ



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